O comando da Marinha na Bahia proibiu o Incra de entrar na área quilombola do rio do Macaco, na Baía de Aratu, impedindo os técnicos do órgão federal de manter contato com os agricultores e fazer pesquisas na área. A denúncia foi feita pela comunidade atingida e confirmada por técnicos que preferiram não se identificar. O Incra montou equipe multidisciplinar para fazer o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação do território quilombola, o qual irá subsidiar todas as ações para a regularização fundiária da área em questão. As informações que dependem de pesquisa em arquivos estão sendo levantadas pela equipe. Contudo, as informações de campo não puderam ser buscadas até agora, pois os técnicos são impedidos de entrar na área.
02/01/2012 às 20:38
Situação absurda, nosso patrimônio cultural se perdendo dessa maneira.
06/01/2012 às 12:09
mais do que patrimônio cultural, SÃO VIDAS DE SERES HUMANOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! NAO PODEMOS ACEITAR ESSA COVARDIA!!!!!!!!!!!!!!!
09/01/2012 às 16:54
A Lei da Anistia deve ser revista?
11/01/2012 às 15:09
O QUE O MINISTRO CELSO AMORIM E A PRESIDENTE DILMA TEM A DIZER DESSAS DENÚNCIAS?
QUE CESSEM IMEDIATAMENTE AS PRESSÕES SOBRE OS QUILOMBOLAS, POIS NÃO ESTAMOS MAIS SOB DITADURA MILITAR.
E QUE SEJA REVISTA A LEI DE ANISTIA!