Ademi-Bahia interfere no julgamento da nova Louos

14/06/2012

A atividade dos empresários do capital imobiliário visando manter a validade da nova Louos e do novo PDDU não se resume às notas na blogosfera sobre pressões ao Tribunal de Justiça. Às folhas 165/166 dos autos do processo, movido pelo Ministério Público para a anulaçao da nova Louos, foram incluidos ontem (14) o pedido da Associação dos Empresários do Mercado Imobiliário (Ademi-Bahia),  com a finalidade de tornar “amigo da corte”, expressão jurídica que significa adquirir o poder de juntar material e documentos “com o desiderato de influir no julgamento da medida cautelar requerida nesta Ação Direta de Inconstitucionalidade”, conforme escrito no despacho do desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, que concedeu a vista dos autos para a Ademi. O pleno do Tribunal deixou de reunir-se ontem à tarde (14) por falta de quorum e o motivo foi a suspensão do julgamento a pedido da Ademi-Bahia. A decisão foi protelada e os dirigentes da prefeitura articulados com o capital imobiliário, como o chefe da Sucom Claudio Silva, continuam liberando alvarás de construção de acordo com os parâmetros da nova Louos.

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