Posts Tagged ‘Chapada Diamantina’

Eucaliptos no entorno do Parque Nacional da Chapada Diamantina

23/03/2013

Joás Brandão
Joás Brandão escreve manifesto contra a plantação de eucaliptos na Chapada Diamantina

Por Ezyê Moleda, Samuel Esteves, Nelson Mello e Ricardo Toscani

Joás Brandão, agente de proteção ambiental no Parque Nacional da Chapada Diamantina (BA), escreveu nesta semana um texto de próprio punho pedindo o apoio da sociedade civil brasileira. O manifesto, que foi distribuido para os grandes meios de comunicação do país, avisa sobre a aprovação de uma grande plantação de eucalíptos nos arredores de uma área de preservação ambiental, que pode se tornar um desastre para a fauna e flora da Baixa da Onça.

Neste ano, Joás foi um dos homenageados do prêmio Trip Transformadores, justamente por seu trabalho de proteção na Chapada Diamantina.

Leia abaixo o texto completo do manifesto. Continue lendo »

Iêda Marques: a retratista da realidade e da alma sertaneja

04/05/2012

Por Josias Pires

A fotógrafa e militante da natureza e da cultura Iêda Marques, filha da bucólica Boninal, vizinha ao Parque Nacional da Chapada Diamantina refaz, num belíssimo livro, trechos das rotas de sua própria história de vida entre a região onde nasceu; a cidade de Barreiras, onde começou a conhecer a vida moderna; a moradia da juventude na metrópole paulista; o retorno à Bahia, passando a morar em Salvador , até fixar-se definitivamente em Boninal depois da estadia de um ano em Londres, na Inglaterra.
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De boinas, desimportâncias e uma escolha difícil

07/09/2011

Foto: Iêda Marques http://www.iedamareques.com

Por Nilson Galvão

Boina, barba, casaco jeans. Um cara clichê naquelas paragens, claro: Chapada Diamantina, onde ainda se vivem os sonhos de outros tempos. Mas o tempo é circular, meu caro, disso você pode estar certo. Esqueça o eterno retorno, essas sofisticações, basta ir vivendo e vendo como ele se repete, se repete. Continue lendo »

“Não foi uma queima de Judas, foi uma queima de arquivo”

24/04/2011

O Judas de Iaçu  foi queimado em silêncio, sem o temido  testamento, com poucas testemunhas, por volta das 23 horas do sábado de Aleluia,  na rua Lauro de Freitas,  bairro ferroviário de Iaçu. Continue lendo »