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II Mostra do Samba de Roda do Recôncavo Baiano

04/08/2012

Mestre Nelito, filho do Iguape a meio caminho entre Cachoeira e Santo Amaro da Purificação, mestre do samba e da capoeira em Salvador. Lidera o grupo de samba chula Os Vendavais e dirige a bateria do bloco carnavalesco Mudança do Garcia.

Entre os dias 16 e 19 de agosto será realizado em Salvador, Santo Amaro, Maragogipe e Irará a II Mostra de Samba de Roda do Recôncavo Baiano, promovida pela Associação de Sambadores e Sambadeiras do Estado da Bahia (Asseba), através do Prêmio FUNARTE – Procultura de Apoio a Festivais e Mostras de Música: samba, reflexão e intercâmbio andam juntos na salvaguarda do patrimônio imaterial, profissionalização da produção cultural voltada para o samba de roda, arte e estética da cultura popular são os temas em pauta.

A programação desdobra-se em shows, seminários, oficinas e mistura a diversidade de ritmos do samba de roda com o Jongo, do Sudeste, o Carimbó, do Norte e o Coco, do Nordeste.  A abertura oficial é com os Mestres do Jongo e os grupos Geração do Iguape (Santiago do Iguape), Unidos de Teodoro – (Teodoro Sampaio) e o Samba Chula Os Vendavais – (Salvador).

Domingos Preto é natural de Santiago do Iguape, mestre da pesca e do samba, da vida nas águas e na terra, memória viva dos corridas e chulas do Recôncavo da Bahia.

“Queremos fazer uma mostra com alta qualidade e discutir a produção cultural relacionada à cultura popular”, diz Katharina Doring, produtora, pesquisadora e curadora. Que conta também com a parceria do SESC – Bahia, SECULT-CCPI, FUNCEB, Prefeitura – Irará, Prefeitura – Maragojipe. Sempre a partir das 19h no Teatro SESC Pelourinho.

Programação e mais informaçoes: http://iimostradosambaderoda.blogspot.com.br/p/programacao.html

Remanescentes do quilombo Rio do Macaco acusam militares de agressões e abusos de poder

01/11/2011

A sensação de conflito já é percebida na chegada à comunidade quilombola Rio do Macaco, em Simões Filho, na grande Salvador. Para adentrar é preciso passar pela guarita da Vila Militar ligada à Base Naval de Aratu que cerceia o lugar, além de enfrentar a burocracia dos militares que limitam a entrada apenas aos “posseiros cadastrados”. A comunidade, com cerca de dois séculos de existência, vive sob a tensão de um conflito com a Marinha do Brasil, desde os idos de 1960, devido à divergências sobre a posse das terras.