Posts Tagged ‘rio do macaco’

Quilombolas de rio do Macaco ocupam sede do Incra

26/07/2012

Depois de passarem toda a tarde na sede do Instituto da Colonização e Reforma Agrária (Incra), no Centro Administrativo da Bahia (CAB),  esperando uma resposta do órgão sobre a publicação no Diário Oficial da União do relatório técnico para a delimitação e demarcação do território quilombola de rio do Macaco, cerca de 50 pessoas decidiram passar a noite no local. Continue lendo »

Rio do Macaco: Violações de direitos humanos denunciadas a organismos internacionais

24/07/2012

Com as denúncias, a expectativa é que a ONU, OIT e OEA pressionem o Estado brasileiro a reconhecer o território do Quilombo Rio dos Macacos e suspender reintegração de posse marcada para o dia 01 de agosto

Entidades de defesa de direitos humanos apresentam nesta terça-feira, dia 24/07, às Organizações das Nações Unidas (ONU), à Organização Internacional do Trabalho (OIT) e à Organização dos Estados Americanos (OEA) o documento que aponta e denuncia diversas violações de direitos humanos cometidas pela Marinha do Brasil contra a Comunidade Quilombola Rio dos Macacos, na Bahia. Continue lendo »

Vídeo comenta proibição da leitura dramática do quilombo do rio do Macaco

09/07/2012

Bando de Teatro Olodum Somos Quilombo Rio do Macaco

28/06/2012

Bando de Teatro Olodum fará leitura dramática de Candaces a Reconstrução do Fogo para garantir a permanência da Comunidade em seu território. O ato ocorrerá no domingo 8 de julho, às 10h, em freente a entrada do posto de gasolina “Inema”, Aratu, Simões Filho.

O espetáculo original é uma criação coletiva da Companhia dos Comuns, dirigida por Marcio Meirelles, baseada em pesquisa histórica e cultural sobre mulheres negras contemporâneas a antigas guerreiras africanas.

CANDACES – A reconstrução do fogo alterna coreografia inspirada nos ritos e referências à história mítica das Candaces, que viveram antes da Era Cristã, com conflitos entre um grupo de personagens contemporâneas em cujo centro está a figura da mulher, seu parceiro, seus filhos e familiares. O texto é construído a partir de pesquisa, de experiências pessoais de cada ator e de depoimentos recolhidos de 28 mulheres, enfocadas no espetáculo como ‘candaces contemporâneas’. Depois de duas temporadas, o espetáculo faz duas apresentações, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 20 novembro de 2004, data da comemoração do Dia Nacional da Consciência Negra.

Leve um quilo de alimento não-perecível.

VAMOS TODOS AO QUILOMBO RIO DOS MACACOS!

SERVIÇO

O QUÊ: CANDACES – A reconstrução do fogo (Leitura dramática pelo Bando de Teatro Olodum)

ONDE: Quilombo Rio dos Macacos. BA 528, entrada em frente ao posto de gasolina Inema – Aratú, Simões Filho – BA. Clique aqui para pedir uma carona.

QUANDO:Domingo (08.07) às 10h

Infotrmações do site do Movimento Desocupa
http://movimentodesocupa.wordpress.com/2012/06/29/candaces-a-reconstrucao-do-fogo/

INCRA barrado de novo pela Marinha no quilombo rio do Macaco

18/01/2012

Do Blog da AATR

Antropólogos do Incra tentaram voltara à comunidade de Rio dos Macacos, mas continuaram sem conseguir iniciar os estudos que vão compor o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID). A elaboração do documento é a primeira etapa do processo de demarcação do território tradicional e precisa ser concluído o mais rápido possível, já que, de acordo com a determinação judicial, os quilombolas têm, que deixar o local no dia 4 de março.

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Moradores do Quilombo Rio do Macaco denunciam violação de direitos

30/12/2011

Canudos é aqui, entre Salvador e Simões Filho, na Baía de Aratu. Este filme mostra que a Marinha do Brasil deflagrou nesta região guerra a um grupo de famílias negras descendentes de escravos que vivem ali antes da chegada da marinha. Hoje constituem mais de 50 famílias reconhecida pela Fundação Cultural Palmares como remanescente de quilombo.

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Quilombolas do rio do Macaco, em Paripe, denunciam cerco da Marinha

12/11/2011

As 43 famílias de agricultores, que vivem há mais de um século na região do rio do Macaco, na Baía de Aratu, Paripe, região limítrofe entre Salvador e Simões Filho, estão sendo expulsas da área pela Marinha sem o menor respeito aos direitos humanos fundamentais. As terras da fazenda do Macaco foram doadas para a Marinha pela prefeitura de Salvador em maio de 1960. Na certidão passada a pedido do Ministério da Marinha, em 6 de dezembro de 1960, registrada no 3º Ofício de Notas de Imóveis e Hipotecas é citado que havia casa de morada, com outras construções precárias, sendo de única e exclusiva responsabilidade do donatário as indenizações de benfeitorias de terceiros existentes na “Fazenda Macaco”, assim como custos judiciais, honorários de advogado de qualquer ação que seja proposta relativa à indenizações. É uma demonstração cabal de que havia moradores na área antes da chegada da Marinha.

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Quilombolas do rio do Macaco recebem apoio e Justiça suspende por 4 meses ordem de despejo

04/11/2011

A Justiça Federal suspendeu hoje (4) por quatro meses a ordem de despejo contra os quilombolas do rio do Macaco. O pedido foi feito pela Marinha e Advocacia Geral da União. E cerca de 50 pessoas visitaram hoje a comunidade, levando apoio e solidariedade à luta em favor da permanência das 43 famílias de trabalhadores rurais que vivem e trabalham há mais de 100 anos numa área reivindicada pela Marinha, que construiu no local uma vila com dezenas de prédios de apartamentos ocupados pelas famílias dos militares.

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